Todas as pessoas negociam, desde crianças até mais velho que seja. Vivemos procurando ser bem-sucedidos, mesmo que às vezes fiquemos infelizes.
O princípio da negociação é comunicar-se e interrelacionar-se bem. Para isto pode-se utilizar vários canais e meios de comunicação (oratória, audição, visão, cinestesia ou sensação física).
Depende somente de você, encontrar o seu poder de negociação e o que fazer para usá-lo em favor de um acordo satisfatório para ambas as partes negociantes, e não para somente uma das partes. É a política do ‘ganha-ganha’.
Qualquer que seja o objetivo, a importância e sua oportunidade de negociar, haverá sempre três condições para o processo: o poder, o tempo e a informação. Além do estilo pessoal de cada negociador.
Para nos desenvolvermos e ter um padrão melhor de vida é necessário negociar e solucionar os conflitos e problemas cotidianos todos os dias.
A teoria da negociação é a organização de conceitos baseados nas ações de negociadores práticos. Temos de agregar às habilidades intuitivas a outras que podem ser desenvolvidas pela aquisição de conhecimento formal e pela prática das tecnologias de negociação.
É preciso uma comunicação de qualidade para se negociar. Mesmo assim, consta em estudos que as negociações existem desde o surgimento dos povos primitivos, onde a comunicação verbal nem sempre era possível, por haver diferenças nas linguagens ou mesmo inexistência de um dialeto comum.
Diante da opção pela vida ou pela morte, na maioria das vezes somos impotentes. Na verdade, fugimos de assuntos dos quais temos medo ou que não tenham uma grande importância momentânea.
O problema central da negociação está na capacidade que as partes têm de se comunicar, em sua habilidade para romper os bloqueios emocionais e sensoriais, a famosa inteligência emocional. O mercado altamente competitivo costuma gerar um grande bloqueio, neste caso, ao acesso aos consumidores. Além disto, também há um grande bloqueio preconceituoso a novas idéias, muitas pessoas têm uma grande dificuldade de quebrar paradigmas.
Enfim usamos nossas experiências passadas provindas de outras negociações junto a nossa experiência de vida e habilidade natural para nos destacarmos em nosso cotidiano de negócios.
Mas não se esqueça, vivemos em uma sociedade livre e democrática, mas cheia de padrões, leis e preconceitos.


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